'a lembrança da infância é o único sonho real que nos resta na fase madura da vida, os demais são meras utopias.'
Ás vezes tenho saudades de quando era pequenina (não é que seja muito grande agora), mas de quando todas as mínimas coisas faziam sentido, de quando uma simples brincadeira era um sorriso para o resto do dia.
Crescemos e vamos perdendo essas qualidades. Sim, porque eu acho que não podemos ver o lado negativo da vida, as brincadeiras não escolhem as pessoas, nós é que escolhemos as brincadeiras.
Não gosto de estar maldisposta, ou de ficar chateada com alguém, a vida é importante de mais para ser desperdiçada com momentos que não valem a pena. Não digo que não choro, toda a gente tem os seus momentos, toda a gente passa por fases difíceis, e eu não sou excepção! Mas tento sempre ver o lado bom das coisas, e rir-me da situação.
Tenho os meus momentos de má disposição, mas duram no máximo 15min, e são sempre por coisas estúpidas.
Dou muito valor aos meus amigos e à minha família, porque para mim são esses que nunca nos abandonam. Sei bem quem são os verdadeiros e quem nunca me vai deixar cair, sei bem quem está sempre pronta a ajudar-me e que nunca me vai deixar sozinha.
Quem me quer mal? É uma tentativa falhada, porque ainda me dão mais razões para estar bem. Posso não demonstrar muitas das vezes o quanto gosto de alguém, ou o quanto respeito alguém, mas acho que essas pessoas sabem bem o que significam, e que dentro de mim vão ter sempre um lugar bem guardadinho.
Na minha cabecinha estão muitos sonhos por concretizar, sonho em conhecer o mundo, fazer o que gosto na vida, sonhos que com esforço sei que se vão mesmo concretizar. Faço os meus próprios filmes na minha cabeça, imagino tudo e mais alguma coisa. Sonho acordada, a dormir, sonho sempre.
‘têm que sonhar antes para que seus sonhos possam tornar-se reais.’
Gostei de uma frase que encontrei : ‘você é do tamanho do seu sonho’ bem, neste caso então, eu sou enorme :p
'People spend so much time, every single day runnin' 'round all over town, givin' their forever away'
segunda-feira, 5 de julho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
verãoooooooooooooo!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
o (atribulado) 11º8*
Dois anos passaram desde que nos juntaram. O inicio foi fácil, mais do que o resto… Somos todos muito diferentes e isso notou-se desde que nos conhecemos. Com o tempo houve conflitos e desentendimentos, mas passados estes dois anos conseguimos provar que com esforço e dedicação conseguimos separar os nossos obstáculos e criar um bom ambiente entre nós.
Passados estes dois anos vemos que se calhar muitos dos problemas eram simples diferenças de personalidade, que facilmente conseguiríamos ultrapassar, mas no momento não nos apercebemos disso. Tudo muda e as opiniões que tínhamos uns dos outros foram mudando a cada dia. E a cada dia as relações entre nós foram melhorando. E agora podemos considerar alguns de vocês bons colegas e até bons amigos, e por isso dizemos:
O tempo passa, a vida acontece, a distância separa, as crianças crescem. Os empregos vão e vêm, o amor diminui, o coração rompe-se, os colegas esquecem os favores e as carreiras terminam. Mas os amigos? Esses estão lá, SEMPRE! Torcendo por nós, intervindo em nosso favor e esperando-nos de braços abertos. Quando iniciamos esta enorme aventura, que é conhecer novas pessoas e fazer novas amizades, não sabíamos das incríveis alegrias e tristezas que tínhamos pela frente. Nunca sabemos quando nem o quanto vamos precisar uns dos outros, um dia…
È quando menos esperamos e onde nós menos imaginamos que pode aparecer alguém que pode mudar a nossa vida. A vida reserva-nos grandes surpresas, que nos surpreendem a cada dia. Nestes dois anos aprendemos que devemos fazer com que estes bons momentos durem o máximo tempo possível. E por isso não guardamos mágoas nem rancor. Apenas queremos ser pessoas melhores, e crescer. Queremos guardar para sempre os amigos de agora, e tentar não esquecer nenhum, para um dia agradecermos a todos aquilo que aprendemos com cada um. Hoje queremos agradecer-vos. Quando estávamos preocupadas, ansiosas ou em situações complicadas, muitas vezes vocês estiveram lá, para nos ouvirem desabafar e para nos ajudarem o melhor que sabiam e podiam. Tantas vezes que eram vocês que nos faziam rir em alturas que só nos apetecia chorar. Era a simplicidade das nossas brincadeiras, das nossas conversas informais e dos momentos de descontracção, em qualquer hora e em qualquer lugar. Passamos por crises passageiras, por momentos intempestivos e por abalos emocionais, mas foi assim que nos conhecemos e que aprendemos a lidar uns com os outros, e tudo isso faz parte! O truque é sermos verdadeiros, sinceros, leais e cúmplices.
Cada um de vocês nos ensinou muito chamando-nos à razão e chamando-nos à atenção quando não estávamos certos. Vocês passaram na nossa vida e vão deixar saudade, e também as recordações de tudo o que vivemos juntos. Por estes dois anos cheios de aprendizagem, MUITO OBRIGADO!
do gang para o 11º8 (a)
Passados estes dois anos vemos que se calhar muitos dos problemas eram simples diferenças de personalidade, que facilmente conseguiríamos ultrapassar, mas no momento não nos apercebemos disso. Tudo muda e as opiniões que tínhamos uns dos outros foram mudando a cada dia. E a cada dia as relações entre nós foram melhorando. E agora podemos considerar alguns de vocês bons colegas e até bons amigos, e por isso dizemos:
O tempo passa, a vida acontece, a distância separa, as crianças crescem. Os empregos vão e vêm, o amor diminui, o coração rompe-se, os colegas esquecem os favores e as carreiras terminam. Mas os amigos? Esses estão lá, SEMPRE! Torcendo por nós, intervindo em nosso favor e esperando-nos de braços abertos. Quando iniciamos esta enorme aventura, que é conhecer novas pessoas e fazer novas amizades, não sabíamos das incríveis alegrias e tristezas que tínhamos pela frente. Nunca sabemos quando nem o quanto vamos precisar uns dos outros, um dia…
È quando menos esperamos e onde nós menos imaginamos que pode aparecer alguém que pode mudar a nossa vida. A vida reserva-nos grandes surpresas, que nos surpreendem a cada dia. Nestes dois anos aprendemos que devemos fazer com que estes bons momentos durem o máximo tempo possível. E por isso não guardamos mágoas nem rancor. Apenas queremos ser pessoas melhores, e crescer. Queremos guardar para sempre os amigos de agora, e tentar não esquecer nenhum, para um dia agradecermos a todos aquilo que aprendemos com cada um. Hoje queremos agradecer-vos. Quando estávamos preocupadas, ansiosas ou em situações complicadas, muitas vezes vocês estiveram lá, para nos ouvirem desabafar e para nos ajudarem o melhor que sabiam e podiam. Tantas vezes que eram vocês que nos faziam rir em alturas que só nos apetecia chorar. Era a simplicidade das nossas brincadeiras, das nossas conversas informais e dos momentos de descontracção, em qualquer hora e em qualquer lugar. Passamos por crises passageiras, por momentos intempestivos e por abalos emocionais, mas foi assim que nos conhecemos e que aprendemos a lidar uns com os outros, e tudo isso faz parte! O truque é sermos verdadeiros, sinceros, leais e cúmplices.
Cada um de vocês nos ensinou muito chamando-nos à razão e chamando-nos à atenção quando não estávamos certos. Vocês passaram na nossa vida e vão deixar saudade, e também as recordações de tudo o que vivemos juntos. Por estes dois anos cheios de aprendizagem, MUITO OBRIGADO!
do gang para o 11º8 (a)
domingo, 11 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
onde andam vocês?
Estava a ver as minhas músicas, e reparo numa pasta desconhecida.
Vou ver o que é, “os anos que isto deve ter” pensava eu. E tinha razão, músicas mesmo antigas, que estavam junto com algumas pastas recentes.
Encontro esta: “Netinho - Fim de Semana” e resolvo ouvir. O som era-me familiar, lembrava-me de alguma coisa que eu não sabia ao certo.
“Ah, já sei. Devia ter uns dez anos e ouvia isto no verão enquanto brincava no pátio ou no jardim” – cheguei à conclusão.
Já passou tanto tempo, e lembro-me de todas as coisas tão bem. Às vezes sinto falta desses verões, onde começavam logo de manha e acabavam quando tínhamos de arrumar as coisas que tínhamos posto na tenda, no jardim.
Os passeios de bicicleta, o jogo Policia e Ladrão (não o de cartas, o nosso tinha mais piada e éramos nós as personagens, ahah), as escondidas, tanta coisa.
Éramos sempre os mesmos, e passávamos umas ricas férias.
E agora apercebo-me que crescemos todos, uns atingiram a maior idade, outros estão quase a atingir, e já não existem verões desses.
É claro que os de agora são excelentes, e com pessoas fantásticas . Quem não gosta de ir de férias com os amigos, ou de passar o verão em festas? Eu gosto, claro.
Mas ao lembrar-me daqueles verões , lembro-me de um pouquinho de mim que ficou com cada um de vocês.
É tão bom ver fotografias de nós todos, acreditem. (vocês sabem bem quem são)
sábado, 6 de março de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O dia em que te esqueci.
“Durante todos estes anos eu ouvia a minha musica preferida (...) e associava-a sempre a nós.
Trauteava a letra vezes sem conta e pensava na minha história contigo. Até que um dia, de regresso a casa ao volante do meu carro pela estrada Marginal, a apanhei por acaso na rádio e nem sequer me lembrei de nós. Talvez tenha sido esse o dia em que te esqueci.”
“O dia em que te esqueci.” – Margarida Rebelo Pinto.

Não foi há muitos anos, e muito menos ao volante do meu carro pela Marginal (até porque nem tenho carta), mas foi desaparecendo com o tempo, tal como ali.
A música que dizias ser nossa enchia-me de recordações e sempre que a ouvia lembrava-me de cada pormenor.
Já passou muito tempo, tempo demais, tempo perdido em lembranças que teimavam em aparecer.
Quando ouço a nossa musica, o que mexia comigo, o que me provocava um turbilhão de emoções, desapareceu. É uma simples melodia, com uma letra bonita, nada mais.
Demorou, muito até. Mas o que importa agora é que já está tudo guardadinho num espaço só teu, mas que vai estar bem fechado.
Guardei todas as recordações de ti nesse lugar, tudo o que me fazia lembrar NÓS.
Talvez por não me ter libertado desse sentimento mais cedo, ou ter estado constantemente a lembrar-me de ti, é que eu pensava que iria ser impossível de esquecer. Finalmente percebi que tudo não passava de uma lembrança constante e de um “bater na mesma tecla”.
Nestes últimos tempos eu sei que existiu “o dia em que te esqueci!”
Trauteava a letra vezes sem conta e pensava na minha história contigo. Até que um dia, de regresso a casa ao volante do meu carro pela estrada Marginal, a apanhei por acaso na rádio e nem sequer me lembrei de nós. Talvez tenha sido esse o dia em que te esqueci.”
“O dia em que te esqueci.” – Margarida Rebelo Pinto.
Não foi há muitos anos, e muito menos ao volante do meu carro pela Marginal (até porque nem tenho carta), mas foi desaparecendo com o tempo, tal como ali.
A música que dizias ser nossa enchia-me de recordações e sempre que a ouvia lembrava-me de cada pormenor.
Já passou muito tempo, tempo demais, tempo perdido em lembranças que teimavam em aparecer.
Quando ouço a nossa musica, o que mexia comigo, o que me provocava um turbilhão de emoções, desapareceu. É uma simples melodia, com uma letra bonita, nada mais.
Demorou, muito até. Mas o que importa agora é que já está tudo guardadinho num espaço só teu, mas que vai estar bem fechado.
Guardei todas as recordações de ti nesse lugar, tudo o que me fazia lembrar NÓS.
Talvez por não me ter libertado desse sentimento mais cedo, ou ter estado constantemente a lembrar-me de ti, é que eu pensava que iria ser impossível de esquecer. Finalmente percebi que tudo não passava de uma lembrança constante e de um “bater na mesma tecla”.
Nestes últimos tempos eu sei que existiu “o dia em que te esqueci!”
sábado, 30 de janeiro de 2010
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